O que faz um economista? (Versão Básica)

A economia está em todo lado nas nossas vidas.

Desde o momento em que chegamos ao mundo até aos últimos segundos da nossa vida, a maquina económica se encarrega de gravitar em nosso meio ditando os nossos actos, motivações, sonhos e consequentemente limitações. Ela actua sobre o mais singelo detalhe ao mais complexo pormenor. O seu domínio, como matéria ou simples ciência, é ambíguo: enquanto ela marca presença de forma silenciosa e intrínseca na rotina dos mais leigos, para os especialistas seu traquejo tem se de ser consistente em um mundo em que a mutação ocorre cada vez mais ao minuto.

Mas é sobre esse animal de sete cabeças que ‘especialistas’ e simples conhecedores da matéria têm prazer de tratar. O objectivo? Para alguns, desmistificar e tornar básica a presença deste monstro de sete cabeças. Para outros, garantir a continuidade do bom funcionamento desta maquina-humana sob as melhores condições possíveis – com políticas e outros temas que não fazem parte deste tópico.

Mas ainda assim nasce a questão: o que faz um Economista?

Tomemos esse artigos como uma introdução básica à questão. Tal como tomaremos a sua resposta.

Um economista conduz estudos, recolhe e analisa dados, avalia e acompanha as modas ou trends económicos do formas à tirar ilações e até fazer projecções analíticas. Os tópicos de pesquisa são totalmente diversos apesar de os mais regulares, nos mais altos níveis e não só, serem: inflação, taxa de juro, níveis de consumo, taxa de desemprego, importação e exportação; só para citar alguns.

Mas essa é a versão básica. A versão apropriada para este post.

Mas tal como o açúcar faz parte do ingrediente e do sabor desejado de um doce, o economista além de explicar a maquina também faz parte de mesma. Apesar de em seus estudos ter de se abster ao máximo do mercado em análise (de formas à garantir a objectividade do seu estudo limitando-se ao foco da totalidade), o economista também é integrante do mercado. É um agente económico. É também um variável. E como variável é também susceptível à estudos efectuados por outros. Em uma economia funcional, todo os esforço gera alguma compensação (assumindo que seja de valor para alguém). Tendo em conta o interesse que esse post venha a plantar na mente de futuros economistas, nasce outra questão por se responder: quais são as possíveis saídas em termos de empregos para economistas?

Em uma simples resposta: todas. Na realidade, encaro a ciência económica como a Ciência mãe simplesmente por fazer parte de todas as outras (incluindo a Filosofia). Mas isto é um tópico para outro artigo. Em outro artigo, responderei esta questão de forma mais focada e objectiva. Tal como fazem os economistas sérios – assumindo que eu seja somente um Ikunumista.

É bom estar de volta.

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